Assim como no blog Fortaleza Nobre, vou focar no resgate do passado do nosso Ceará.
Agora, não será só Fortaleza, mas todas as cidades do nosso estado serão visitadas! Embarque você também, vamos viajar rumo ao passado!

O nome Ceará significa, literalmente, canto da Jandaia. Segundo o escritor José de Alencar, Ceará é nome composto de cemo - cantar forte, clamar, e ara - pequena arara ou periquito (em língua indígena). Há também teorias de que o nome do estado derivaria de Siriará, referência aos caranguejos do litoral.
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sábado, 26 de janeiro de 2013

Aratuba - Antiga Vila de Coité


Aratuba em 1945 - Arquivo Aratuba Online

Na serra de Guaramiranga, entre cimos e contrafortes com alguns vales mais ou menos profundos, de terra férteis, formou-se o núcleo populacional de Aratuba. Seu primitivo nome foi Coité, árvore da família das Bignomiaceas, produtora de fruto do qual serrando-se ao meio, se fazem cuias de muita utilidades doméstica. Chamou-se depois Santos Dumont, homenagem ao “PAI DA AVIAÇÃO”.

O Distrito foi criado com a denominação de Coité, pela lei provincial nº 2062, de 10-12-1883. Foi elevado à categoria de vila com a denominação de Coité, pelo decreto estadual nº 35, de 01-08-1890. Instalado em 16-08-1890. Pela lei estadual nº 550, de 25-08-1899, a Vila de Coité é extinta, sendo seu território anexado ao município de Baturité.
É elevado novamente à categoria de município com a denominação de Coité, pela lei estadual nº 602, de 06-08-1990, desmembrado de Baturité.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 3 distritos: Coité, Pindoba e Tope. Pelo decreto estadual nº 1156, de 04-12-1933, o município de Coité é extinto, sendo seu território anexado ao município de Pacoti. Pelo mesmo decreto-lei estadual é criado o distrito de Santos Dumont, com terras do extinto município de Coité e anexado ao município de Pacoti. 

Pracinha de Aratuba


Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Distrito de Santos de Dumont figura no município de Pacoti. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.

Pelo decreto-lei estadual nº 1114, de 30-12-1943, o distrito de Santos Dumont passou a denominar-se Aratuba.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito já denominado Aratuba permanece no município de Pacoti.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955. 
Elevado à categoria de município com a denominação de Aratuba, pela lei estadual nº 3563, de 29-03-1957, desmembrado de Pacoti. Sede no antigo distrito de Aratuba. Constituído do distrito sede. Instalado em 31-03-1957.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2003. 
Pela lei municipal nº 173, de 27-12-2001, é criado o distrito de Pai João e anexado ao município de Aratuba.

Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 2 distritos: Aratuba e Pai João.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.


Revista Aratuba Online


As terras nos arredores de Aratuba eram habitadas por índios de origem tupi-guarani, como os canindés.
Sua formação como núcleo urbano aconteceu lentamente a partir do século XVIII, com as catequeses dos jesuítas e com pessoas oriundas de Baturité e de outras regiões, notadamente do semiárido cearense, atraídos pelo clima e condições frutícolas.

Referindo-se a Aratuba, o historiador cearense Gustavo Braga disse: "Suas cachoeiras e sua paisagem bucólica são locais de lazer para uma profunda reflexão de vida".

Aratuba tem origem na língua tupi e significa "ajuntamento de pássaros", através da junção dos termos gûyrá ("pássaro") e tyba ("ajuntamento").


Os desfiles estudantis

Desfile estudantil da CNEC - Arquivo Aratuba Online

A CNEC (Campanha Nacional de Escolas da Comunidade) não criou os desfiles estudantis no município de Aratuba, mas o elevou a um patamar cívico popular. Historicamente, o primeiro desfile estudantil aconteceu no tempo da Escola Pública da Dona Júlia de Barros no 2º paroquiado de Pe. Gerardo Plácido Broders de agosto de 1928 a abril de 1930. Porém para muitas pessoas os desfiles de Aratuba terminaram quando a CNEC deixou de existir. Os desfiles bonitos e com aquela “rivalidade” CNEC e Escola Joacy onde ninguém queria ficar na “rabada” e cada um queria mostrar o melhor. Ajuntava multidões nas ruas da cidade. Fazia parte do contexto histórico da época à importância que os livros de história destacavam os atos heroicos e os personagens da história brasileira: D Pedro I e o grito do Ipiranga, a Princesa Isabel e a libertação dos escravos; alunos pintados de alcatrão chupando cana, representando a escravidão; Tiradentes e tantos outros pelotões. A pedagogia da CNEC era libertadora e paradoxalmente tradicional, ensinava o respeito, a cidadania e a moral mas como toda escola, tinha seus momentos difíceis motivados por comportamentos inadequados de alunos. Certa vez José Oscar sofreu para acalmar alunos que arrancavam flores do jardim e quebraram o filtro por causa das baixas notas de recuperação. Ao longo do tempo a CNEC foi acusada de ser politicamente esquerdista e não podia ser diferente, afinal seu padre fundador foi o introdutor das CEBs no município e seu sucessor na paróquia expandiu-as além de Aratuba. Refiro-me aos párocos José Maria e Moacir Cordeiro Leite. 

CNEC e Joacy - Arquivo Aratuba Online

Ambos tiveram relação direta com a história cenecista aratubense, sendo que o último teve grande influência e divergência com a política partidária local. Mas não é possível negar que a CNEC tinha sua bandeira política até porque era visível e assim conflitou com outros interesses partidários existentes no município. Dentro da sala de aula no Monsenhor José Barbosa se ensinava Português, Matemática, Ciências, História, Geografia, por certo tempo, OSPB e Educação Moral e Cívica, Religião e depois a introdução do Inglês no 1º Grau e muitas vezes se recebia livros didáticos. A dificuldade maior era no 2º Grau(Ensino Médio) com ausência de livros e dependência total do professor copiando o conteúdo no quatro para o aluno dificultando o aprofundamento do assunto. No 2º Grau Científico as disciplinas eram Português, Matemática, História, Geografia, Física, Química, Programa de Saúde, Biologia, Inglês, Literatura e Arte. 

Desfile CNEC 1980- Arquivo Aratuba Online

Alguns professores eram leigos, pois não tinham nível superior e outros que eram formados não possuíam formação específica e pedagógica para atuar em sala de aula. Desafios que a CNEC ia vencendo do jeito que podia. Sem contar que a “rivalidade” CNEC e Joacy não ficava apenas no âmbito dos desfiles estudantis, infelizmente se estendia ao conhecimento acadêmico. Os alunos do Joacy faziam um exame de admissão para entrarem no ginasial e na CNEC tal exame não existia e disso se concluía que o ensino da CNEC era inferior ao da Escola Estadual. E com todas as dificuldades da CNEC os alunos se envolviam nos trabalhos, gincanas, desfiles, folclore, formação de grêmios e nas festas de colação de grau e religiosas. 

Desfile estudantil da CNEC - Arquivo Aratuba Online

Numa época sem transporte, docentes leigos, sem material didático suficiente, sem FUNDEB, mas com muita garra, principalmente dos professores, muitos que passavam o dia trabalhando e à noite corriam ao Monsenhor José Barbosa para ensinar com um salário atrasado e sem dia certo para receber, mas eles estavam lá para dar o melhor de si. 

Desfile estudantil da CNEC - Arquivo Aratuba Online

Em Aratuba o “corpo” da CNEC deixou de existir mas a “alma” cenecista está muito presente. Como disse um aluno e professor da CNEC e hoje Diretor de Escola Nucleada, Jerly dos Santos: “Quem foi aluno da CNEC, hoje é autônomo e seguro de si, penso que esta é uma característica de um cenecista.” A força cenecista foi vista nos últimos anos durante os festejos do aniversário dos 39 anos do município em 1998 quando aconteceram várias competições de jogos, maratonas, ciclismo, salto em altura e distância entre as escolas Monsenhor José Barbosa, Escola Maria Júlia e Escola Joacy Pereira. E no quadro final a CNEC desbancou as Escolas Joacy Pereira e Maria Júlia com 3 troféus e 23 medalhas, entregues na própria quadra da CNEC. 

Valber (Aratuba Online)


As fontes de água de Aratuba fazem parte das bacias Metropolitana e do Rio Curu, sendo as principais fontes os rios do Aracaju, dos Tavares, o Rio Putiú (afluente do Rio Aracoiaba) e o Rio Pesqueiro, que deságua no Açude Pesqueiro (com barragem em Capistrano), bem como riachos tais quais o dos Barros, Bom Jardim, do Cedro, Esterteal, Furna da Onça, da Lagoa Nova e Salgadinho.

Aratuba em dia de muita chuva

Aratuba localiza-se no Maciço de Baturité, a uma altura média de novecentos metros acima do nível do mar, possuindo o núcleo urbano mais alto do estado do Ceará (a sede do município localiza-se a 945 metros de altura). Possui relevo bastante acidentado, sendo a principal elevação o Serrote da Benedita.


O ecoturismo é uma importante fonte de renda do município, devido às suas atrações naturais como a Reserva Ecológica de Aratuba e Reserva do Brejo.
Outra atração é a arquitetura da cidade, com as capelas do Tope e de Santa Rita, a Igreja Matriz São Francisco de Paula, a Casa de Cultura, a Casa Paroquial, o Engenho da Pindoba e a Mansão da Família Pereira.


Foto de 2008

O primeiro instrumento de apoio eclesial, preponderantemente destinado a reunir na povoação as características sociais de urbanismo, nasceu com a ideia de se erigir no reduto a sua capela. Houve como preferente hierático São Francisco de Paula. Essa ideia prosperou, reuniu adeptos, de sorte que em 1883, edificava-se a primitiva capela. No ano seguinte, graças ao florescente progresso religioso, criou-se a Freguesia cuja instalação data de 8 de janeiro de 1884, tendo como órgão subordinante o bispado de Fortaleza.

2008

O Governo Estadual tem no município os seguintes postos: Centro de Saúde Aratuba (Clínica médica), Posto de Saúde do Pai João (ambulatório para atendimento básico), Posto de Saúde de Jardim, (ambulatório para atendimento Básico), Posto de Saúde Serra Verde (ambulatório p/ atendimento básico), Posto de Saúde Mundo Novo, Posto de Saúde Cantinho. Há também o Ambulatório mantido pelo Sindicato do Trabalhadores Rurais de Aratuba, e o Ambulatório da LBA/ SOC/ de proteção à criança pobre de Aratuba.


Fontes: http://www.ceara.com.br, Wikipédia, IBGE e  Site Aratuba Online

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Jaguaruana


A data da sua Criação é 4 de Setembro de 1865. Foi instalada em: 4 de Março de 1866. Toponímia: Onça Preta.

Chamou-se primitivamente, Catinga do Góes, União e finalmente o nome atual. Suas origens remontam às primeiras décadas da segunda metade do Século XVIII, quando em 1771, D. Feliciana Soares da Costa, viúva de Simão de Góes, doou terras para construir a primitiva capela. Com essa doação, além da capela, geraram-se em torno de sua liderança precedentes gregários dos quais se formaria o Município de Jaguaruana. 



As primeiras notícias sobre a origem da formação da atual cidade de Jaguaruana datam de
1761, quando Dona
Feliciana Soares da Costa, viúva de Simão de Góis, fez doação de terras para constituírem o patrimônio da capela que mandara levantar sob a invocação de Nossa Senhora Santana.

A escritura foi lavrada no Cartório de Aracati, presumindo-se, todavia, que a capela tenha
sido erigida três ou quatro anos antes, em virtude de, em 1760, ter-se realizado ali o casamento do médico José Baltazar Augery.

Primitivamente, a localidade denominava-se Caatinga do Góis, pelo fato de ter pertencido a Simão de Góis o sítio ou fazenda onde se formou o arraial e depois povoação desse nome.
O distrito de paz foi criado pela Câmara Municipal de Aracati, em 1832, não sendo, porém, efetivado. Sobrevindo a execução do Código de Processo Criminal, promulgado a 29 de novembro de 1832, aquela Câmara, em sessão de 17 de maio de 1833, manteve o distrito de Giqui, criado anteriormente, no qual ficou compreendido o território do distrito de Caatinga do Góis, implicitamente suprimido. Em 1858, entretanto, a sede do distrito de paz foi transferida de Giqui para Caatinga do Góis.

Antônio José de Freitas, estabelecido no povoado desde 1846, primeiro subdelegado do
distrito policial, criado em 1862, fundou, nesse mesmo ano, uma sociedade civil denominada 
União, composta de 33 membros, que se propunha à luta pela emancipação da Caatinga do Góis. 

Em 1863 foi instituída a Freguesia de Santana, inaugurando-se em meio a grandes festividades, aos 31 de janeiro do ano seguinte.

O Município surgiu dois anos mais tarde com território desmembrado do de Aracati e com
o nome de União. Posteriormente passou a chamar-se Jaguaruana. 


O Distrito foi criado com a denominação de União, pela lei provincial nº 1083, de 04-12-1863, 
subordinado ao município de Aracati. 
Elevado à categoria de vila com a denominação de União, pela lei Provincial nº 1183, de 
04-12-1865, desmembrado de Aracati. Sede na antiga povoação de Catinga do Góes. Instalado em 04-03-1866. Elevado à condição de cidade com a denominação de União, pelo decreto estadual nº 66, de 
11-09-1890. 
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito 
sede. 
Pelo ato estadual de 21-08-1913, é criado o distrito de Passagem de Pedras e anexado ao
município de União. 
Pelo decreto estadual nº 1156, de 04-12-1933, é criado o distrito de Borges e anexado ao 
município de União. 

Praça da Matriz

Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município União aparece constituído de 4 distritos: União, Borges, Giqui e Passagem de Pedras.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas 31-XII-1936 e 31-XII-1937. 
Pelo decreto estadual nº 448, de 31-12-1938, o distrito de Passagem de Pedras passou a 
denominar-se Itaiçaba. 
Pelo decreto-lei estadual nº 1114, de 30-12-1943, o município de União Tomou a denominação de Jaguaruana. 


No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 4
distritos: Jaguaruana (ex-União, Borges, Gigui e Itaiçaba). 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1955. Pela lei estadual nº 3338, de 15-09-1956, desmembra do município de Jaguaruana o distrito de Itaiçaba. Elevado à categoria de município. Em divisão territorial datada de 1-VII-1960 o município é constituído de 3 distritos: 
Jaguaruana, Borges e Gugui. 
Pela lei estadual nº 6876, de 13-12-1963, é criado o distrito de São José e anexado ao 
município de Jaguaruana. 


Em divisão territorial datada de 31-XII-1963 o município é constituído de 4 distritos:,
Jaguaruana, Borges, Gigui e São José. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1997. 
Pela lei municipal nº 0279, 28-04-1998, é criado o distrito de Saquinho e anexado ao 
município de Jaguaruana. 
Pela lei municipal nº 287, de 24-06-1998, criado o distrito de Santa Luzia e anexado ao 
município de Jaguaruana. 
Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 6 distritos: Jaguaruana,  
Borges, Gigui, Santa Luzia, São José do Lagamar (ex-São José) e Saquinho. 
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007. 

Mercado Público

Alteração toponímica municipal 

União para Jaguaruana, alterado pelo decreto-lei estadual nº 1114, de 3-12-1943.
Evolução Política

Durante cerca de setenta anos, são escassas as referências sobre a evolução desse reduto, o que, entretanto, não exclui o seu crescimento que o colocaria em estágio de progresso. Com o advento da Lei Geral de 1830, que autoriza a criação de Distritos de Paz na Província, a povoação de Catinga de Góes figura no elenco das que seriam contempladas. Como forma de dar cumprimento ao disposto contido na Lei Geral, tem-se como instrumento de execução a Lei de 3 de dezembro de 1832, originária da Câmara Municipal do Aracati, ficando a instalação na dependência de autorização governamental. Essa autorização, no entanto, deixaria de ser expedida, considerando para tanto estar curada a capela da povoação, conforme se deduz de Ofício Presidencial datado de 23 de janeiro de 1833.

Igreja matriz Nossa Senhora Santana

Igreja: As primeiras manifestações de apoio eclesial datam do ano de 1761, quando da doação do patrimônio respectivo, feita por D. Feliciana Soares da Costa. Essa doação consta de escritura pública, lavrada no Cartório de Lázaro Lopes Bezerril, Tabelião do Aracati (06/10/1761). A capela, que terá sido edificada cerca de quatro anos antes do registro cartorário, a expensas de D. Feliciana, tem como padroeira Nossa Senhora Santana. Tem-se como instrumento de criação da Freguesia, a Lei nº 1.083, de 4 de dezembro de 1863, e canonicamente sacralizada a 19 de dezembro do mesmo ano. Consta como seu primeiro vigário o padre Alexandre Corrêa de Araújo Melo, natural do Aracati e empossado a 31 de janeiro de 1864.


Carnaval

O carnaval de Jaguaruana é sem dúvida a manifestação cultural que mais traz pessoas para o município. Onde os eventos mais tradicionais são: Mela-mela: é realizado na avenida e praça central do município, os festejos acontecem com bandas de axé, onde os foliões utilizam para sua diversão spray de espuma, farinha de trigo ou mesmo maisena. Festa no Rio Jaguaribe: acontece no período da manhã a beira do único rio que banha o município: O Rio Serafim, agitado por bandas de axé e as clássicas marchinhas carnavalescas no trio elétrico.
Em 2010 teve início a primeira micareta de Jaguaruana com o nome de Jaguar Fest.



Fontes: IBGE, http://www.ceara.com.br, Wikipédia, DB City.com e ajaguaruana

terça-feira, 17 de maio de 2011

Fotos antigas de Sobral



Sobral - Praça do Teatro São João.


Sobral Antiga
Foto de 1924 - Praça da Coluna da Hora, atual Praça Dr. José Saboya; os trilhos estão na Rua Domingos Olímpio(eram dos antigos bondes); aparece à direita, o antigo Mercado de Sobral, demolido na Década 40; o prédio à esquerda ainda existe, é a sede da atual Academia Sobralense de Estudos e Letras. Crédito da foto

 Praça Dr. José Saboia, onde se vê a loja "A Tesoura" do Abelardo Ferreira Gomes, o Beco do Cotovelo e também o Posto Jipe - Arquivo Fotos em Preto e Branco

Praça Dr. José Saboia, cruzamento da Rua Domingos Olimpio com Avenida Dom José - Arquivo Fotos em Preto e Branco

Praça Dr. José Saboia - Arquivo Fotos em Preto e Branco

 Praça da Meruoca, onde se vê o La Torrinha e uma casa muito bonita que foi demolida e atualmente no local é o Hotel Vitória - Arquivo Fotos em Preto e Branco

Vista de Sobral, foto tirada da margem esquerda do Rio Acaraú. - Arquivo Fotos em Preto e Branco

Década de 50 - Arquivo Fotos em Preto e Branco

Década de 50 - Arquivo Fotos em Preto e Branco

ANTIGO GINÁSIO SOBRALENSE - HOJE UNIVERSIDADE
Antigo Ginásio Sobralense - Hoje Universidade -  Arquivo Joseph B. Augeri

BECO DO COTOVELO-SOBRAL
Beco do Cotovelo -  Arquivo Joseph B. Augeri - 
Foto de Vaumirtes Freire


CATEDRAL DA SÉ  DE SOBRAL
Catedral da Sé de Sobral - 1953 -  Arquivo Joseph B. Augeri

RUA SENADOR PAULA- ATUAL AV. DOM JOSÉ
Foto de 1932 da Av. Senador Paula - Atual Dom José - Arquivo Joseph B. Augeri